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Sábado, 28 de Maio de 2022
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    HomeComarcasAlén da RaiaConferência 'Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino'

    Conferência ‘Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino’

    O Município de Vila Nova de Cerveira dinamiza, esta sexta-feira, 17 de setembro, às 15h00, uma conferência centrada nos contributos e na relevância das mulheres para a história da Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Devido à Covid-19, o evento decorre no Palco das Artes, mas em formato duplo: presencial, mediante convite, e online com transmissão nas redes sociais.

    Enquadrada no Projeto Âncora “PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho”, o “Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho” abrange 24 momentos de debate dedicados à Identidade Cultural do Minho, com os atores sociais, políticos e culturais dos 24 concelhos do Minho.

    Apesar da história da Bienal Internacional de Arte de Cerveira ser contada sobretudo por mulheres, a importância de artistas, críticas, curadoras e teóricas das mais diversas áreas para a consolidação deste evento no panorama artístico nacional é pouco explorado e não tem sido devidamente reconhecido. Assim, e sob uma perspetiva feminista, o desafio lançado é o de incitar à reflexão, procurando evidenciar e documentar a relevância das mulheres para a história da Bienal, assim como construir uma nova narrativa da relação Bienal – Vila Nova de Cerveira.

    O evento “Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino” é constituído por duas conferências, seguidas da estreia de um documentário sonoro.

    As conferências serão realizadas pelas Doutoras Márcia Oliveira e Fátima Lambert que terão como objetivos específicos enquadrar a discussão num debate mais alargado sobre o desenvolvimento de uma perspetiva feminista no interior da história da arte portuguesa, por um lado, e analisar a história da Bienal e a sua própria existência e identidade através da intervenção de mulheres artistas e não artistas, curadoras, críticas, teóricas, por outro lado. As conferências darão origem a dois textos a serem publicados, posteriormente, pelos organizadores do “Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho”. Já o documentário sonoro é constituído por depoimentos pessoais de mulheres artistas e de mulheres de Vila Nova de Cerveira.

    Com o apoio institucional do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória», o evento “Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino” realiza-se esta sexta-feira, dia 17 de setembro, a partir das 15hh00, no Palco das Artes. A transmissão online é feita através do canal Youtube do Município de Vila Nova de Cerveira ou na página do Facebook.

    Informação sobre as conferencistas:

    • Márcia Oliveira – Investigadora Integrada no CEHUM – Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, onde integra o GAPS, Grupo de Investigação em Género, Artes e Estudos Pós-Coloniais;
    • Fátima Lambert: Doutoramento em Estética (Filosofia); Mestrado em Estética (Filosofia); Licenciatura em Filosofia – Faculdade de Filosofia de Braga (UCP). Coordenadora da Comissão para o Ensino Artístico no Ministério da Educação (1996/1997); Investigadora da FCT – Projeto “Writing and Seing” (2001/2004); Professora coordenadora em Estética e Educação na Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto; Coordenadora daUTC de Estudos Culturais e Sociais e do Curso de Gestão do Património, coordenadora do Núcleo de Estudos Artísticos e do Património (NEAP – InEd/ESE); Orientadora de várias teses de Doutoramento na FBAUP, Univ do MInho, Univ. de Vigo e de dissertações de Mestrado na FBAUP; Membro das Comissões Científicas: do InEd (Centro de Investigação em Inovação na Educação/ESE – Porto) e do IHA (Instituto de História de Arte da FCSH da Universidade de Lisboa) e investigadora integrada da linha de “Museum Studies”; Membro do Adviser Comitee da Dardo Magazine – Arte Contemporânea (Santiago Compostela). Autora de vários livros, textos, artigos em revistas científicas; Conferencista, curadora independente e Crítica de Arte (AICA). Colabora com a Bienal Internacional de Arte de Cerveira desde 1995, como comissária, membro do júri, conferencistas, etc.

    COLABORACIÓNS

    Diego Giráldez, «O meu sangue»

    Diego Giráldez regresa cunha novela bastante peculiar, que ben poderiamos considerar unha parodia do xénero negro levada a tal extremo que a piques está de se converter en si mesma nunha novela negra.

    ¡El mago de la electrónica, ha muerto!

    El personaje de la portada, es probable que a muchos lectores no le suene, quizás algunos al ver los cachibaches que está utilizando, se puedan hacer una pequeña idea, pero los seguidores de la música electrónica clásica y el Krautrock, seguro que si lo conocen perfectamente. Estamos hablando del mago de la electrónica, uno de esos pioneros que elevaron este estilo musical y la forma de hacer música al grado de celestial. Esta semana nos ha dejado el gran e inigualable, Klaus Schulze.

    Ledicia Costas, «O neno de lume»

    Ledicia Costas ten unha imaxinación poderosa e unha rara habilidade para a construción do que poderiamos chamar «relato marabilloso», ese que mistura realidade e fantasía, no que conviven persoas do común con seres sobrenaturais dotados de habilidades especiais.

    Mamá

    Cuatro letras de una de las palabras que primero aprendemos, que más pronunciamos a lo largo de nuestra vida y que más seguridad nos transmite.

    Colaboradores

    Alberto Aliaga Sola
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    Bea Sanfa
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    Manrique Fernández
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    Paz de la Peña
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    Ricardo Canosa Bastos
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    Roberto Mera
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