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Venres, 22 de Outubro de 2021
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    HomeComarcasAlén da RaiaConferência 'Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino'

    Conferência ‘Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino’

    O Município de Vila Nova de Cerveira dinamiza, esta sexta-feira, 17 de setembro, às 15h00, uma conferência centrada nos contributos e na relevância das mulheres para a história da Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Devido à Covid-19, o evento decorre no Palco das Artes, mas em formato duplo: presencial, mediante convite, e online com transmissão nas redes sociais.

    Enquadrada no Projeto Âncora “PA2. Touring Cultural – Identidade Cultural do Minho”, o “Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho” abrange 24 momentos de debate dedicados à Identidade Cultural do Minho, com os atores sociais, políticos e culturais dos 24 concelhos do Minho.

    Apesar da história da Bienal Internacional de Arte de Cerveira ser contada sobretudo por mulheres, a importância de artistas, críticas, curadoras e teóricas das mais diversas áreas para a consolidação deste evento no panorama artístico nacional é pouco explorado e não tem sido devidamente reconhecido. Assim, e sob uma perspetiva feminista, o desafio lançado é o de incitar à reflexão, procurando evidenciar e documentar a relevância das mulheres para a história da Bienal, assim como construir uma nova narrativa da relação Bienal – Vila Nova de Cerveira.

    O evento “Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino” é constituído por duas conferências, seguidas da estreia de um documentário sonoro.

    As conferências serão realizadas pelas Doutoras Márcia Oliveira e Fátima Lambert que terão como objetivos específicos enquadrar a discussão num debate mais alargado sobre o desenvolvimento de uma perspetiva feminista no interior da história da arte portuguesa, por um lado, e analisar a história da Bienal e a sua própria existência e identidade através da intervenção de mulheres artistas e não artistas, curadoras, críticas, teóricas, por outro lado. As conferências darão origem a dois textos a serem publicados, posteriormente, pelos organizadores do “Ciclo de Conferências sobre Estórias do Minho”. Já o documentário sonoro é constituído por depoimentos pessoais de mulheres artistas e de mulheres de Vila Nova de Cerveira.

    Com o apoio institucional do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória», o evento “Bienal Internacional de Arte de Cerveira. Uma História no Feminino” realiza-se esta sexta-feira, dia 17 de setembro, a partir das 15hh00, no Palco das Artes. A transmissão online é feita através do canal Youtube do Município de Vila Nova de Cerveira ou na página do Facebook.

    Informação sobre as conferencistas:

    • Márcia Oliveira – Investigadora Integrada no CEHUM – Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho, onde integra o GAPS, Grupo de Investigação em Género, Artes e Estudos Pós-Coloniais;
    • Fátima Lambert: Doutoramento em Estética (Filosofia); Mestrado em Estética (Filosofia); Licenciatura em Filosofia – Faculdade de Filosofia de Braga (UCP). Coordenadora da Comissão para o Ensino Artístico no Ministério da Educação (1996/1997); Investigadora da FCT – Projeto “Writing and Seing” (2001/2004); Professora coordenadora em Estética e Educação na Escola Superior de Educação do Politécnico do Porto; Coordenadora daUTC de Estudos Culturais e Sociais e do Curso de Gestão do Património, coordenadora do Núcleo de Estudos Artísticos e do Património (NEAP – InEd/ESE); Orientadora de várias teses de Doutoramento na FBAUP, Univ do MInho, Univ. de Vigo e de dissertações de Mestrado na FBAUP; Membro das Comissões Científicas: do InEd (Centro de Investigação em Inovação na Educação/ESE – Porto) e do IHA (Instituto de História de Arte da FCSH da Universidade de Lisboa) e investigadora integrada da linha de “Museum Studies”; Membro do Adviser Comitee da Dardo Magazine – Arte Contemporânea (Santiago Compostela). Autora de vários livros, textos, artigos em revistas científicas; Conferencista, curadora independente e Crítica de Arte (AICA). Colabora com a Bienal Internacional de Arte de Cerveira desde 1995, como comissária, membro do júri, conferencistas, etc.

    COLABORACIÓNS

    Sentir común

    Allá por el año 2014, el lema de una gran compañía "gallega" se dejó sentir por nuestro pueblos y ciudades. Si os fijáis, lo he puesto entre comillas lo de gallega porque, de eso, lo único que tiene es el dinero de todos nosotros. Comencemos por el principio y no vamos a dar nombres porque la mayor parte de nuestros lectores ya saben o empiezan a intuir a lo que nos vamos a referir.

    Ácido y Caracola

    Todo comenzó hace muchos, muchos años, cuando Caracola aun vivía feliz, en el fondo del mar. De todas las princesas marinas que habitaban en las profundidades, ella era la más querida y la preferida de Océano, el Señor de todos los mares, y como tal, poseía todo aquello que pudiera desear

    Francisco Castro, «O cemiterio de barcos»

    Francisco Castro regresa de novo á novela xuvenil, un territorio no que xa ten demostrado que se desenvolve con soltura, para presentarnos unha narración que se move en dous planos diferentes.

    Bizcocho de plátano

    No sé si consumir plátano canario en este momento puede ser una pequeña ayuda a los palmeros que están pasando por esta situación tan dolorosa, que desde aquí cuesta imaginar; pero si con esto podemos aportar un granito de arena, lo haremos.

    Colaboradores

    Alberto Aliaga Sola
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    Ángel Covelo
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    Bea Sanfa
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    Manrique Fernández
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    Paz de la Peña
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    Ricardo Canosa Bastos
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    Roberto Mera
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