14.3 C
Pontevedra
Martes, 25 de Xaneiro de 2022
Máis
    HomeComarcasAlén da RaiaA Fundação Bienal de Arte de Cerveira busca 'Novos Artistas' para exposição

    A Fundação Bienal de Arte de Cerveira busca ‘Novos Artistas’ para exposição

    “Novos Artistas 2021” é o nome do concurso lançado pela FBAC que procura propostas de exposições de criadores emergentes para a Galeria do Museu Bienal de Cerveira. As candidaturas encontram-se abertas até ao dia 1 de agosto de 2021.

    O Concurso ‘Novos Artistas 2021’ tem como objetivo dar oportunidade a novos criadores e consolidar a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) como uma instituição atuante no panorama artístico (inter)nacional, através da promoção e difusão da produção artística contemporânea e da experimentação criativa. A convocatória é dirigida a artistas visuais emergentes, nacionais e estrangeiros, que tenham no máximo até 15 anos de carreira.

    O Concurso prevê a seleção de duas propostas de exposições individuais, que decorrerão de 9 de outubro a 18 de dezembro de 2021, nas duas salas da Galeria do Museu Bienal de Cerveira. Para a realização das mostras, os autores receberão uma ajuda de custo para a produção das exposições no valor de 1.626,02 € (mil seiscentos e vinte e seis euros e dois cêntimos).

    As candidaturas decorrem até ao dia 1 de agosto de 2021 (até às 23h59, hora de Lisboa), sendo que as mesmas deverão ser submetidas através de um formulário online, de acordo com as Normas do Concurso. As propostas serão sujeitas à apreciação de uma Comissão Consultiva, composta por profissionais de reconhecida competência, a qual terá em consideração: a clareza, objetividade e viabilidade da exposição, a qualidade da obra e a sua inserção no campo artístico contemporâneo.

    De referir que o ‘Concurso Novos Artistas 2021’ é promovido no âmbito da candidatura Fundação Bienal de Arte de Cerveira: a Arte Contemporânea integrada na sociedade e no mundo” (2020 – 2021 – Apoio Sustentado – Artes Visuais), que conta com o apoio da República Portuguesa – Cultura | DGARTES Direção-Geral das Artes.

    Normas do Concurso (PT | EN)

    Formulário de inscrição

    COLABORACIÓNS

    Xosé Monteagudo, «Eternity»

    Xosé Monteaguro volve a sorprendernos coa súa nova novela, «Eternity», que chega a nós avalada polo premio de narrativa breve Repsol do ano pasado. Nesta ocasión o autor indaga sobre a eterna arela de transcendencia alén da morte, pois a trama desenvólvese arredor da creación dunha empresa tecnolóxica (que presta o título ao relato), ideada para preservar a memoria dos falecidos. Un auténtico cemiterio virtual ateigado de narracións do que foron as vidas dos seus inquilinos, relatadas por familiares e amigos. Deste xeito achégase á idea da morte dende unha perspectiva diferente, pois o protagonismo está na reconstrución das vidas dos mortos, no recurso da memoria como bálsamo para aliviar a perda do ser querido.

    ¡Llega el 2022! el año de los patitos… ¡esperemos que no feos!

    Ha finalizado el año 2021, ese que todo el mundo decía que iba a ser el de la recuperación, el del adiós del dichoso Covid. Ilusos. Algunos pensaban que al comenzar el 2021, con las vacunas ya comenzando a administrarse a la población, el dichoso virus iba a desaparecer cómo un mal sueño. La realidad ha resultado ser muy diferente.

    «A nena lectora» de Manuel Rivas e «De cando o Suso foi Carteiro» de Xosé Neira Vilas, dúas ideas para a ‘carta aos Reis Magos’

    É tradición neste Andel colocar algúns libros para nenos cando chegan as datas do Nadal e este ano, por aquilo de manter as nosas vellas teimas, traemos dúas obras que de seguro farán as delicias dos máis pequenos (e dos non tan pequenos, que nunca somos demasiado vellos para deixarnos enredar por unha obra ben escrita). Pertencen a dous autores que non dubidamos en considerar clásicos: Manolo Rivas e Xosé Neira Vilas, que é tanto como dicir dúas apostas sobre seguro. Teñámolos moi presentes á hora de redactar a nosa misiva aos Reis Magos.

    Rumbo al 2022

    Todos necesitamos pulsar el botón “reset” de vez en cuando, poner un punto y final y volver a empezar de cero. Sin duda, el 1 de enero es el mejor momento, o eso dice el mundo que nos rodea.

    Colaboradores

    Alberto Aliaga Sola
    15 POSTS0 COMMENTS
    Ángel Covelo
    6 POSTS0 COMMENTS
    Bea Sanfa
    8 POSTS0 COMMENTS
    Manrique Fernández
    55 POSTS0 COMMENTS
    Paz de la Peña
    38 POSTS0 COMMENTS
    Ricardo Canosa Bastos
    14 POSTS0 COMMENTS
    Roberto Mera
    4 POSTS0 COMMENTS
    Avatar
    1 POSTS0 COMMENTS